Artigo Campanha Coastwatch Alagoas 2009



Pessoal, no último post relatei sobre um problema que está atingindo a costa litorânea brasileira. Na mesma ocasião, um estudioso da área, Marco Lyra me procurou, me enviando um Artigo a respeito do assunto, um projeto que está sendo realizado lá em Alagoas, como proposta para esse problema ser resolvido. Achei muito interessante e oportuno, uma vez que, como ele mesmo diz, os problemas ambientais são os desafios da sociedade moderna. A saída mesmo é propor soluções para que essas questões sejam contornadas, uma vez que não sabemos se ainda estão no ponto de serem resolvidas. Colocarei o Artigo abaixo para que vocês conheçam um pouco mais sobre o projeto Alagoano.



I CAMPANHA COASTWATCH ALAGOAS 2009

ALGOAS DE OLHO NO LITORAL



O mundo globalizado passa por mudanças muito rápidas, o que requer uma constante adaptação a novas situações e novos desafios, para ajustes as novas realidades. As mudanças climáticas são sem duvidas os novos desafios da nossa civilização. As estatísticas da ONU indicam que até 2020 teremos uma população superior a 8 bilhões, onde 65% das cidades com mais de 2,5 milhões de habitantes estarão situadas na zona costeira.

Em 2007 durante o Seminário “Alagoas e o desafios das mudança climáticas” esteve em Alagoas a Professora Lurdes Soares, Coordenadora do Projeto Coastwatch em Portugal junto a ONG GEOTA, que trouxe a experiência de mais de 20 anos do projeto, nas atividades educação, conscientização e monitoramento do litoral.

O projeto Coastwatch surgiu na Irlanda há mais de 20 anos, onde anualmente voluntários fazem uma campanha varrendo 10.000 kilômetros de litoral, desde os Fiórdes na Noruega até as Ilhas Gregas, para verificar as condições que se encontram o litoral da Europa.

Para reduzir a poluição do planeta é preciso mudar o nosso comportamento com relação ao meio ambiente. Para isso é preciso agir no sentido desenvolver a cidadania ambiental junto a jovens e adultos, e deixar para os nossos descendentes um planeta sustentável.

A partir da semente lançada, surgiu à idéia de desenvolver o projeto em Alagoas, a ONG ATA – Amigos da Terra e da Água com ajuda da ONG GEOTA, trouxe de forma pioneira para o Brasil, a experiência de mais de 20 anos das populações litorâneas da Europa, através da transferência de procedimentos e metodologias utilizadas pelos voluntários durante suas Campanhas, adaptando os questionários lá aplicados a realidade do litoral de Alagoas. A I Campanha Coastwatch Alagoas com o Tema “Alagoas de Olho no Litoral”, que envolveu 830 voluntários, dentre eles estudantes de nível médio de escolas públicas da rede estadual e da rede municipal, professores das escolas e universidades, membros de ONG’s, pescadores, jangadeiros, instituições públicas e privadas.

Essa Campanha mostra a necessidade de criar formas de intervenção que visem disciplinar o uso e ocupação do litoral. A intervenção do poder público ocorre naturalmente nessas áreas, mas há a necessidade de permitir a participação das populações e das sociedades civis organizadas, junto aos órgãos envolvidos, pois o litoral é um patrimônio público de todos.

Com as mudanças climáticas que estão em curso, é necessário ação para levar à população educação e consciência ambiental, e o projeto Coastwatch é um exemplo vivo disso.

No lançamento do livro Gestão do Litoral e Cidadania Ambiental (2009) da professora Lurdes Soares, ela fez uma síntese do Projeto Coastwatch na seguinte frase: “No litoral, como em tudo, é preciso conhecer para amar e é preciso amar para cuidar”.

Para quem se interessar por mais informações pode me mandar um e-mail no robertavonzastrow@gmail.com, ou procurar o Marco, no e-mail marcolyra2@yahoo.com.br.
Na foto, um exemplo de Pressão Imobiliária.
Vamos cuidar da situação do nosso litoral, gente! Isso é muito importante! Dentre outros fatores, é nosso cenário que está em risco!

Até o próximo post!
:*

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"O sertão vai virar mar!"


Almoçando essa semana, vi no Jornal Hoje uma matéria muito interessante sobre a situação do Litoral Brasileiro, com relação ao avanço do mar, modificando esse cenário. É uma situação preocupante para as autoridades, pois o mar avança de modo a exigir iniciativas que evitem a destruição de cidades e construções, projetadas junto à orla. Do Rio Grande do Norte ao litoral do Rio Grande do Sul, barreiras de pedras e bloqueios de todos os tipos são feitos para tentar conter esse avanço, o que resolve a situação apenas por um tempo, uma vez que é impossível conter a força da natureza.
Esse avanço ganha destaque em praias de Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde o mar está avançando a ponto de invadir prédios da orla, destruir calçadas, monumentos e prejudicar o trânsito de pedestres, além do comércio. No interior de Alagoas, dá para ver, no meio das águas do mar, ruínas de casas de pescadores que foram tomadas pelas águas, afirmando a situação de uma natureza retomando seu lugar, que o homem fez questão de tomar.
Essa é uma discussão que está ocorrendo entre estudiosos, que procuram uma causa para esse fenômeno. Seria apenas um fenômeno natural? Pode ser, mas um estudo da Universidade Federal de Pernambuco mostra que algumas das causas desse avanço são as obras marinhas de grande impacto, a ocupação urbana desordenada em direção ao mar, o aterro de áreas de manguezais e a retirada de areia dos leitos dos rios. Uma outra causa também, porém de menor impacto, seriam efeitos naturais, como por exemplo, o Efeito Estufa.
Com isso, podemos observar que o homem, com suas atitudes impensadas, acaba prejudicando o ambiente, fazendo-o voltar-se contra ele mesmo. Dessa forma, podemos começar a imaginar um futuro diferente para nossas praias, refúgio de todos nas férias e feriados. Como será que vai ficar? Será que teremos areia para andarmos e deitarmos? Será que teremos um espaço para comércio, ou até mesmo uma orla como costumamos a ter agora? Essa deve ser uma questão a ser discutida e reavaliada, para que atitudes sejam tomadas, afim de que continuemos tendo nossas praias brasileiras, tão bonitas, únicas e referências de turismo para todo o mundo!

robertavonzastrow@gmail.com >> Novidades, curiosidades e sugestões, é só me enviar um e-mail!
:*

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Oh, Minas Gerais!


Como é gostoso...
o pão de queijo quentinho, acabado de sair do forno,
o cheirinho de terra molhada,
as fogueiras sob noites estreladas no campo,
Passear entre casarões históricos,
Sentir cheiro de história pairando no ar,
Ver a cidade do Mirante e achar tudo lindo
Feira hippie em dia de Domingo
Caldos de Mandioca e Feijão em dia de noite fria,
dia de Atlético x Cruzeiro no Mineirão
Lagoa da Pampulha,
Montanhas de Minas,
Café com queijo,
Goiabada com queijo,
Feijoada completa
Dormir na rede em dia de chuva
Ir para o bar com amigos nos finais de semana,
comer pelas beiradas,
ter uma linguagem que só um mineiro entende,
ir para a praia e voltar queimado e ardendo de sol,
acreditar que Minas é o lugar mais gostoso do mundo para se viver!

A vida em Minas é assim... tranquila, única e cheia de singularidades que só um mineiro sabe! Ser mineiro é especial, ser mineiro é ser diferente, ser mineiro é morrer de orgulho de onde vivemos e se emocionar com cada nascer e pôr-do-sol entre montanhas! Não é ã toa que nosso grande Carlos Drummond de Andrade disse:
"Todo mineiro tem um trem de ferro apitando nas veias, uma montanha brilhando nos olhos e uma banda tocando nos ouvidos".

Uma pequena homenagem a nossa inesquecível e inigualável Minas Gerais! Quem te conhece, náo esquece jamais!
Venham conhecer os vários cantos de Minas Gerais e sua riquíssima história!

robertavonzastrow@gmail.com >> Me mandem suas fotos e histórias e elas serão publicadas aqui!
:*

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E viva as diferenças!


E Viva as Diferenças!
Bom pessoal, esse post de hoje será um pouco diferente. Vou dedicá-lo ao livro que estou lendo, Mineirinha N`Alemanha, da minha querida já amiga Sandra Santos, que tem também um blog muito bonito e interessante, sobre a Alemanha.

Não é segredo para ninguém que estou pretendendo mesmo ir morar na Alemanha daqui a alguns anos. Desde pequena gosto do que é diferente, e gosto também de desvendar o que é novo, descobrir coisas além do conhecido. E desde sempre também soube que não é fácil mudar assim de clima, tradições e costumes tão diferentes daqui do Brasil. E foi aí que a Sandra entrou na minha vida.

Em um dia em que estava mais tranquila, comecei a procurar sobre a Alemanha aqui na internet, quando achei o blog Mineirinha N`Alemanha. Logo pensei: “Nossa, uma brasileira na Alemanha, e mineira ainda! Pode me ajudar muito a descobrir mais sobre lá”. Pensando assim, comecei a ler o blog e o achei muito interessante! Além de ela escrever muito bem, descreve as mais variadas situações que com certeza podem ser muito úteis para quem quiser aterrisar algum dia em terras alemãs. A partir daí, passei a visitar o blog praticamente todos os dias! Recebo por e-mail as atualizações e logo vou conferir.

Passeando pelo Pátio Savassi há algumas semanas, resolvi entrar na Leitura e perguntar pelo livro, pois sabia que vendia lá. Acabei comprando e, desde então, fico lendo-o todos os dias, no ônibus, indo para o trabalho e faculdade. O tempo passa até mais rápido, pois o livro é indescritível! Nele, encontro tudo o que eu já quis perguntar sobre a Alemanha, mas nunca tive a oportunidade nem a quem perguntar. São questões do dia-a-dia mesmo, mas que facilitarão muito o começo de vida de quem quer morar na Alemanha, assim como eu. São questões básicas e importantes, como alimentação, meios de transporte, como conseguir um emprego, como se comportar em entrevistas, costumes, tradições, a forma como os alemães encaram os brasileiros, sobre a escrita, a língua, as crenças, o que eles valorizam, o carnaval na Alemanha, o clima a temperatura, gravidez, parto (foi o que mais me chamou a atenção), dentre tantos outros temas, além de comentários pessoais da Sandra, e dicas para que tudo corra bem. É cada tópico mais interessante que o outro!

Sinceramente, indico o livro Mineirinha N`Alemanha para todos, mesmo para aqueles que não pretendem morar lá. Isso porque costumamos ficar no nosso “mundinho fechado”, sem saber o quanto são as coisas diferentes lá fora. Claro que muitos já viajaram e sabem realmente como tudo é diferente, mas vale à pena sempre conhecer mais, saber de peculiaridades que só quem mora fora conhece! E o livro oferece todos esses tipos de informações! É enriquecedor saber que, mesmo todos iguais, pensamos e agimos tão diferentes, delimitados por questões geográficas, dentre outras. Vivenciar tantas diferenças, apesar das dificuldades de adaptação, é o que mais vale à pena, pois são as diferenças que nos fazem buscar, correr atrás e aprender aquilo que é totalmente desconhecido. Isso é crescer, isso é viver! O livro da Mineirinha se encaixa bem ao meu blog, que também valoriza essas peculiaridades de cada região, de cada canto desse mundo!

Obrigada, Sandra Mineirinha, por fazer isso por seus leitores! Seu livro não é apenas informações sobre a Alemanha, é um instrumento propício ao conhecimento da vida! Parabéns pelo blog e pelo livro!
Quem se interessar em ler o blog da Mineirinha N`Alemanha, esse é o site: http://mineirinhanalemanha.wordpress.com/

robertavonzastrow@gmail.com >> Não se esqueçam de me mandar suas histórias para serem publicadas aqui!
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Caso do ET de Varginha


Cidade de Varginha, interior de Minas Gerais. Todos sabem que algo aconteceu alí, para que fosse conhecida como a cidade dos ET´s. Se é verdade ou mentira, não sabemos, mas os índices são muito fortes.
Foi em 20 de Janeiro de 1996, às 8 horas da manhã, quando o corpo de bombeiros da cidade foi acionado, que essa história começou. A pessoa que ligou, anônimamente, pediu que eles investigassem uma estranha criatura vista em um parque, no norte da cidade. Para comparecer ao lacal, pensando se tratar de um animal selvagem qualquer, a polícia levou armas como redes e gaiolas para simplesmente capturá-lo. Porém, ao chegarem ao local descrito, após subirem uma costa íngreme até chegar ao lugar mais arborizado do parque, os homens deram de cara com algo nunca antes visto: se tratava de um bípede, de aproximadamente um metro e meio de altura, de olhos vermelhos, pele marrom e oleosa, três protuberâncias na testa, apenas três dedos nas mãos, e emitia um som parecido com o de abelhas. Segundo testemunhas entrevistadas, os homens do corpo de bombeiros trataram logo de jogar uma rede em cima da criatura, capturando-a, aproveitando que ela parecia estar machucada. O chefe do grupo logo entrou em contato com a base militar, que tratou de isolar a área rapidamente.
No mesmo dia, às 15 horas, foram emitidas novas ocorrências. Três adolescentes e alguns outros moradores afirmaram ter visto uma criatura encolhida perto de um prédio, próximo ao local onde a primeira foi capturada. Essas três jovens deram um testemunho afirmando que a criatura tinha os olhos vermelhos, três protuberâncias na testa e se parecia "com o demônio". Dessa vez a notícia se espalhou mais rápido, fazendo com que a rua fosse tomada pela população, que acompanhou a captura da criatura.
A notícia de que dois possíveis ET´s haviam sido capturados no interior de Minas Gerais espalhou-se pelo Brasil, levando até Varginha Ufólogos (Ufólogos são profissionais dedicados ao estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados a Objetos Voadores não Identificados - OVNIS) de todos os cantos. Foram feitas reuniões e a imprensa local foi notificada.
Sabe-se que as duas criaturas foram levadas ao hospital militar de Varginha para serem examinadas. A que foi encontrada primeiramente não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo, já a segunda se manteve em um quadro estável. Testemunhas confirmaram que, no dia 22 de Janeiro do mesmo ano, dois dias depois da captura, foram vistos caminhões do exército parados à porta do hospital. Estavam alí para transportar os dois ET´s. Acredita-se que as criaturas tenham sido transportadas para a UNICAMP, estado de São Paulo, a 320 km ao sul de Varginha. É possível que o governo norte americano tenha envolvimento com o caso, uma vez que, após o transporte para a UNICAMP, foi visto no aeroporto de São Paulo, e logo após no aeroporto de Campinas um avião de transporte C-5 ou C-17 da USAF. Duas criaturas teriam sido levadas para os EUA?
Paccini, um Ufólogo que acompanhou o caso desde o início, investigou e descobriu que os EUA, na ocasião, entraram em contato com o exército brasileiro, informando que estavam acompanhando, através do radar aéreo, a entrada de um OVNI no espaço aéreo brasileiro, mas os norte-americanos não puderam informar se a nave aterrisou, sem se acidentar. Paccini descobriu também que, poucos dias antes da captura, um fazendeiro e sua esposa acordaram no meio da noite com o barulho de seus animais assustados e, ao olharem pela janela, avistaram um objeto cinza, soltando uma fumaça e voando acima de 5 centímetros do solo, desaparecendo em seguida na escuridão.
Um outro relato fez as autoridades acreditarem que, na ocasião, havia uma terceira criatura. Um motorista, dirigindo pela estrada, iluminou um ser desconhecido, na beira da estrada, há uns 50 metros de distância. A criatura levantou os braços, protegendo seus olhos vermelhos dos faróis, sumindo pela mata logo em seguida.
Mesmo com todos esses relatos e casos, há quem ainda não acredite em vida fora da Terra. Não sabemos realmente a veracidade desses casos, uma vez que nada foi devidamente relatado e publicado, porém, a dúvida existe e os Ufólogos de todo o mundo continuam pesquisando e estudando o espaço, em busca de respostas e imagens que possam comprovar a existência de seres fora do nosso planeta. Há canais de documentários que exibem programas especiais sobre OVNI´s e imagens que refutam qualquer tipo de explicação científica. Porém, perguntas essenciais continuam sem ser respondidas, como de onde vêm, o que querem, como são e o que pensam.
O fato é que essas visões existiram, levando o mundo todo a questionar com mais veemência: Estamos sozinhos no universo?
Diante dessa dúvida, a imaginação da população ganha asas. Quem não se lembra do filme Sinais, com Mel Gibson, que trata justamente da questão dos ET´s invadindo a Terra? Inclusive, uma das cenas mostra esses seres sendo vistos aqui no Brasil, fazendo aparições no meio de casas e pessoas. O filme os coloca como sendo ofencivos aos terráqueos, mas essa é uma outra questão que não pode ser comprovada. Será que eles querem mesmo fazer o mal, ou podem vir aqui somente para investigar, exatamente como faríamos?
A cidade de Varginha, após todos esses casos, ficou conhecida como a "Cidade dos ET´s". Na entrada da cidade já se tem, como decoração, uma nave gigante, toda iluminada (vide foto). Há também ET´s como enfeite em vários locais, lojas levando o nome do extraterrestre, souvenirs de ET´s para presentear, tem até mesmo ET´s com camisa do Atlético Mineiro e dos outros times de Minas Gerais. Sem contar que os pontos de ônibus são em forma de nave espacial. A cidade de Varginha é grande, muito bonita e desenvolvida, e ganhou um charme ainda maior tendo os ET´s como símbolo.
Até serem comprovados todos esses fatos e histórias, continuamos a duvidar, ou acreditar em seres de outro mundo, que vêm aqui, na Terra, investigar o que temos por aqui. O que temos certeza, é que esse papo de ET e nave espacial são bem arrepiantes e amedrontadores, não é mesmo?
Participem da enquete e deixem sua opinião quanto à existência ou não de seres de outro mundo! Quero saber a opinião de vocês!

robertavonzastrow@gmail.com >> Dêem sugestões de casos, histórias e curiosidades para serem relatados aqui! ^-^

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Privilège JF


Há quase um mês tive a oportunidade de ir à Juiz de Fora/MG com minha família e meu namorado, pois meu primo ficou noivo lá. É a cidade da noiva dele. Nunca havia ido e, sinceramente, nunca cheguei a pensar que conheceria algum dia. Não fazia nem ideia de como é a cidade e muito menos fazia ideia de que é lá que fica uma das boates mais famosas: a Privilège! No Rio de Janeiro também tem uma, que fiquei sabendo, em Angra dos Reis.
Resolvemos, em uma das noites, sair e conhecer Juiz de Fora, além de, é claro, conhecer a tão famosa e falada Privilège. Já tinha a noção do quanto era chique, mas lá eu constatei que é muito mais do que chique. Tiago, Fernanda, Eduardo e eu ficamos boquiabertos! A boate fica em um lugar cercado por uma vegetação, especialmente iluminada para já mostrar a quem chega o nível do local. A entrada também é diferenciada, mas é lá dentro que todos quase caem para trás. O lugar é simplesmente perfeito! A vegetação que cerca o lugar é toda iluminada com uma luz verde, tem uma casinha toda bonita e iluminada, onde se tem o bar, um palco para música ao vivo, e uma varanda cheia de cadeiras e pufs bonitos pra galera descansar. Há também uma tenda branca toda iluminada, onde fica um bar com as mais variadas bebidas. Logo à frente tem a casa principal, que é a da foto, onde rola músicas e um bar, parecendo um pub. Na foto também, ao lado da casa, tem um espaço de vidro, que é onde rola a boate, tocando muito trance! É tudo perfeitamente iluminado e decorado, dando um ar muito luxuoso à boate, fazendo por onde ela ter a fama que tem. Vou ressaltar também que o preço cabe no bolsinho de todos: R$ 15,00 feminino e R$ 20,00 masculino, Consumação! Isso mesmo, Consumação! Mas é só até às 23 horas heim! Após isso, esse valor se converte em preço de entrada. Outro ponto importante é sobre o estacionamento. Parar seu carro na rua é a maior roubada, pois os "flanelinhas" cobram caro para "tomar conta". O melhor mesmo é parar no estacionamento da própria Priviège, que não é caro, e seu carro fica seguro.
Recomendo muito a todos conhecerem a Priviège, quando forem visitar Juiz de Fora. Os meninos e eu nos divertimos muito, dançamos muito, bebemos muito também, pois faz parte, né não? E queremos muito voltar lá algum dia, quem sabe em breve! Dá gosto realmente de sair com os amigos e ir em um lugar assim, gostoso e bonito!
Ahhh... já me fizeram a seguinte pergunta: Qual é melhor, Gírus ou Privilège? E eu respondo o seguinte: Privilège é mais bonita e também muito boa, mas a Gírus é a que tem 7 opções de ambientes, para todos os gostos. Aí cabe a cada um ir nas duas e formar sua opinião. Vale à pena esse sacrifício! :)

robertavonzastrow@gmail.com >> Estou esperando a história de vocês!

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Ahhh... a Vesperata!


Depois de um mês sem postar, devido a motivos maiores mas nada graves, voltei com um evento lindo e inesquecível que acontece em Diamantina/MG. Errou e passou longe quem falou que é o carnaval. Pois é, gente... há quem ache que em Diamantina só rola o carnaval, famoso no Brasil inteiro. Estão redondamente enganados. Já ouviram falar em Vesperata? A foto mostra exatamente como a cidade fica cheia e ainda mais encantadora nos finais de semana em que ocorrem as Vesperatas. Vou explicar melhor do que se trata.
A Vesperata é um evento cultural típico da cidade de Diamantina, que surgiu no final do século XIX, e acontece entre os meses de Março e Outubro, com duas vezes mensais. Pode ser definida, basicamente, como uma serenata ao contrário. Ao invés de os músicos ficarem embaixo tocando para alguém que se encontre na janela ou sacada, o público fica na rua, enquanto que os músicos tocam nas sacadas das belas casas ao estilo barroco, que por sinal dão muito charme à cidade e ao próprio evento. A banda é composta por vários músicos, e cada um deles ocupa uma sacada das casas pertencentes à Rua da Quitanda, centro histórico de Diamantina. Eles tocam músicas brasileiras antigas que animam o público, dando um clima de nostalgia e boas recordações para quem assiste. Uma das músicas tocadas e mais aclamadas pelo público é "Como pode um peixe vivo viver fora da água fria", de Milton Nascimento, música preferida do diamantinense, ex-presidente da República, Juscelino Kubitschek. Durante as apresentãções, regidas alternadamente por dois maestros, o público fica de pé e vibra ao início e ao término de cada música. Não é pra menos, já que, vista de perto, a Vesperata é de encher os olhos de cada um que está presente.
A cidade sempre fica mais cheia nos finais de semana em que acontecem as Vesperatas. É de costume vir gente do Brasil inteiro acompanhar o evento, não sobrando, portanto, mutas opções de vagas em pousadas e hotéis. Na Rua da Quitanda, onde acontece, é separado um espaço com mesas para quem faz suas reservas (bem)antecipadamente. É comum, por exemplo, em Maio já terem se esgotado lugares para a Vesperata de Agosto. Para quem gosta de conforto, então, sugiro que reserve seu lugar e encontre uma pousada com um bom tempo de antecedência. Mas para quem não conseguir, fica a opção de assistir em pé mesmo, do lado de fora da área selecionada, o que também dá para ver perfeitamente.
O público que costuma acompanhar a Vesperata é bem variado. Pode-se encontrar desde crianças, até senhores e senhoras de idades mais avançadas. Não vou mentir que 80% dese público é sim de uma faixa etária acima de 50 anos, o que não signifique que crianças e jovens não vão gostar. A Vesperata é um evento lindo, que com certeza enriquece o acervo pessoal de todos que assistem.
Vá em Diamantina conhecer essa tradição tão bonita e antiga da cidade, no meio de tantas casas em estilo barroco, luzes e muita música brasileira, tocada de uma forma para se jamais esquecer.

robertavonzastrow@gmail.com >> Vou adorar saber da história da sua viagem inesquecível. Me envie. Aqui, ela ganha espaço!
Até a próxima postagem, que não vai demorar tanto quanto essa! Prometo!
^^

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